Atividades online começam em 1º de setembro, mas inscrições para apresentar trabalhos vão até o dia 15 de agosto
Estão abertas as inscrições para participar da etapa virtual do III Encontro Internacional contra o Trabalho Infantil, que terá por tema “Redes e Inovação para a Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil”. O encontro, organizado pela Fundação Telefônica nos 13 países em que atua, traz como elemento inovador a utilização das TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação) no combate ao trabalho infantil e no próprio encontro. Até o próximo dia 15 de agosto, os participantes que tiverem interesse em submeter trabalhos para serem apresentados nessa etapa devem se inscrever pelo hotsite http://pt.encontrotrabalhoinfantil.fundacaotelefonica.com/
O encontro virtual acontece durante os meses de setembro e outubro, enquanto o presencial será realizado no início de novembro em Bogotá, na Colômbia. A proposta é promover uma discussão contínua entre os participantes e fomentar a criação de uma rede internacional de prevenção e combate ao trabalho infantil.
“Com um formato inédito, o encontro online se constituirá num amplo espaço de discussão sobre trabalho infantil, onde todos os atores envolvidos poderão trocar informações e experiências, sobretudo no que diz respeito à América Latina”, afirma Sérgio Mindlin, diretor-presidente da Fundação Telefônica. “Assim, os dois dias do encontro de presencial ganham expressiva ampliação e contribuição”, complementa o executivo.
As inscrições para a etapa virtual do evento são gratuitas e estão abertas até o final das atividades, previsto para 31 de outubro. Mas as inscrições para a apresentação de trabalhos durante o encontro virtual, sejam estudos ou experiências práticas, devem ser feitas até 15 de agosto. Participe!
Para mais informações e inscrições no encontro virtual, acesse http://pt.encontrotrabalhoinfantil.fundacaotelefonica.com/
Saiba mais também sobre o encontro presencial em http://www.fundacion.telefonica.com/pronino/encuentrotrabajoinfantil/
Fonte: www.promenino.org.br
Este blog foi criado, para inclusão de informação de interesse da Comunidade de Apucarana e outros Municipios no que diz respeito as crianças e adolescentes.
sexta-feira, 23 de julho de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
Comunidade contra o crime: trabalhando juntos por um Brasil mais seguro.
"A segurança deve ser alimentada pela segurança mútua." (Sêneca)
Medidas para evitar furtos de veículos 3 de 4
Ter seguro do seu veículo é importante, mas não substitui a necessidade de que você tome as medidas preventivas ao seu alcance;
Ao sair para se divertir à noite, pense um pouco na segurança do seu veículo antes de entrar na diversão. Os dissabores de ter seu veículo furtado estragam até festa mais alegre;
Nunca deixe crianças encarregadas de trancar o seu veículo ou tomar medidas de segurança que cabem a você;
Nunca mande uma criança com as chaves do carro buscar algo esquecido no veículo, se este não estiver guardado em lugar seguro;
Mesmo em estacionamentos com serviço de segurança deixe sempre seu veículo trancado e com todos os sistemas de segurança ativados;
Se for utilizar estacionamento onde é necessário entregar as chaves a um manobrista, lembre de não deixar objetos de valor em seu interior e sempre leve consigo o comprovante da entrega do veículo, conferindo se ali constam os dados do seu veículo: são a única prova de que você deixou seu veículo ali;
Ao retornar ao seu veículo, antes de sair verifique se nada sumiu e se não há danos no seu carro;
Fonte: www.antidelito.net
Medidas para evitar furtos de veículos 3 de 4
Ter seguro do seu veículo é importante, mas não substitui a necessidade de que você tome as medidas preventivas ao seu alcance;
Ao sair para se divertir à noite, pense um pouco na segurança do seu veículo antes de entrar na diversão. Os dissabores de ter seu veículo furtado estragam até festa mais alegre;
Nunca deixe crianças encarregadas de trancar o seu veículo ou tomar medidas de segurança que cabem a você;
Nunca mande uma criança com as chaves do carro buscar algo esquecido no veículo, se este não estiver guardado em lugar seguro;
Mesmo em estacionamentos com serviço de segurança deixe sempre seu veículo trancado e com todos os sistemas de segurança ativados;
Se for utilizar estacionamento onde é necessário entregar as chaves a um manobrista, lembre de não deixar objetos de valor em seu interior e sempre leve consigo o comprovante da entrega do veículo, conferindo se ali constam os dados do seu veículo: são a única prova de que você deixou seu veículo ali;
Ao retornar ao seu veículo, antes de sair verifique se nada sumiu e se não há danos no seu carro;
Fonte: www.antidelito.net
quarta-feira, 30 de junho de 2010
ADOLESCENTE DESAPARECIDA

Jovem continua desaparecida em Apucarana
Qua, 30 de Junho de 2010 14:11
A jovem desapareceu no último final de semana após sair com amigas para ir à missa. Seus familiares preocupados registraram Boletim de Ocorrência na Delegacia de Apucarana. Emily Marques Gaspar tem 14 anos e mora no Jardim Ponta Grossa...
Segundo o Conselho Tutelar de Apucarana, a mãe de Emily procurou o Cartório da Polícia Militar no último domingo, e orientada procurou na casa de amigas da filha. Não a encontrando, a mãe registrou Boletim de Ocorrência na noite de ontem, foi quando orientada pela PM procurou a conselheira tutelar Ana Maria Schmidt.
A foto de Emily foi repassada a órgãos de imprensa da cidade e à viaturas da Polícia para que possa ajudar na sua localização. Informações podem ser repassadas aos telefones 190, 9974-3901 e 0800-643-1161
Da Redação – ApukaOnline
Pesquisador diz que sistema socioeducativo é a superação de modelos repressivos ou assistenciais

O pesquisador e gestor de projetos do Fundo das Nações Unidas no Brasil (Unicef), Mário Volpi, fez nesta quarta-feira (30) uma retrospectiva do atendimento dado ao adolescente em conflito com a lei no Brasil durante o terceiro dia do Seminário Criança Prioridade Absoluta, em Curitiba. Volpi foi um dos palestrantes do Seminário Nacional de Medidas Socioeducativas, realizado dentro do evento promovido pela Secretaria de Estado da Criança e da Juventude e pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná (Cedca-PR) no Centro de Eventos do Cietep. Volpi relatou que a preocupação com o adolescente autor de ato infracional no Brasil surgiu a partir de uma perspectiva filantrópica, já que não existiam políticas públicas direcionadas para atender este público. “Era uma iniciativa das irmandades, uma vez que o Estado não fazia nada. O adolescente era visto como uma vítima da sociedade, alguém dependente de misericórdia”, comentou. Estas ações resultaram no modelo que ele classifica como assistencial-caritativo, ainda vigente hoje no país e que divide espaço com outros dois modelos, o correcional-repressivo e o socioeducativo. O modelo correcional-repressivo, explicou, parte de paradigmas da medicina e da psicologia para justificar os problemas de enquadramento social de crianças e adolescentes. De acordo com esta perspectiva, que segundo Volpi ainda é muito presente na sociedade brasileira, estes jovens precisam ser retirados da sociedade para serem tratados e recuperados. “É a ideia de que o delito é produzido no adolescente e não na sociedade. Ao trancafiá-lo, controla-se o delito”, esclareceu. SUPERAÇÃO – Com a redemocratização do Brasil, a partir da década de 80, inicia-se a discussão de um novo modelo, no qual se busca enfrentar os dois componentes do delito: a questão social e a pessoal. “Até então, o adolescente não é visto como um sujeito de direitos, como alguém que toma decisões”. É a partir deste cenário e reforçado pela Constituição de 1988 e a elaboração do Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, que começa a se desenhar o modelo socioeducativo. “Este novo modelo não é a síntese dos dois anteriores, mas a superação de ambos. Mas o grande desafio hoje é que boa parte dos operadores do sistema foram formados nos modelos anteriores”, comentou. De acordo com ele, o Brasil se desenvolveu muito do ponto de vista conceitual e no que diz respeito à estrutura das instituições, mas ainda não atingiu o ideal do modelo socioeducativo porque a filosofia repressiva ainda é muito presente. “O Paraná fez um grande investimento na estrutura física, na realização de concursos e na capacitação dos profissionais e está pronto para fazer a transição para o modelo socioeducativo”, enfatizou. Ainda dentro da socioeducação foram discutidas as medidas socioeducativas em meio aberto, com o juiz João Batista da Costa Saraiva, e a justiça restaurativa e os Direitos Humanos, com o juiz Leoberto Brancher, ambos do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul.
Profissionais abordam os diferentes modelos de atendimento ao adolescente em conflito com a lei

Os avanços e desafios do sistema socioeducativo no Brasil e os diferentes sistemas adotados nos países das Américas foram os temas debatidos nesta terça-feira (29) durante o Seminário Nacional de Medidas Socioeducativas. O evento ocorre durante o Seminário Criança Prioridade Absoluta, promovido pela Secretaria de Estado da Criança e da Juventude e pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Paraná, realizado no Centro de Eventos da Fiep, em Curitiba. O Seminário Nacional de Medidas Socioeducativas reúne cerca de 350 pessoas, entre juízes da Infância e Juventude, promotores de Justiça, técnicos do poder judiciário, gestores e operadores de medidas socieducativas em meio aberto, além de gestores do sistema socioeducativo dos 27 estados brasileiros. Nesta terça-feira, o jurista argentino Emílio Garcia Mendez – ex-consultor do Unicef e professor da Universidade de Buenos Aires –, e o professor norte-americano Forrest Novy – diretor do Instituto Interamericano de Justiça Juvenil da Faculdade de Serviço Social da Universidade de Texas, nos Estados Unidos apresentaram panoramas de outros países no tratamento aos adolescentes autores de ato infracional. Mendez considera o Estatuto da Criança e do Adolescente uma “verdadeira ruptura paradigmática” com a legislação vigente há 20 anos, o Código de Menores. “O Brasil é o país que menos discute a Convenção Internacional dos Direitos das Crianças justamente por causa do Estatuto, que é versão brasileira da convenção”, destacou. Até então, ressaltou, os adolescentes jamais eram julgados pelo que fizeram, mas sim por aquilo que eram. O jurista argentino foi um dos consultores da redação do Estatuto. Para ele, apesar de todos os avanços, a legislação brasileira passa por duas crises: a da implementação, reflexo da ausência crônica de recursos para as áreas sociais em toda a América Latina; e a crise da interpretação. “O Brasil é um país que se antecipou com esta lei. A Argentina é o mais atrasado. Mas mesmo assim, nos dois países temos o movimento do neo-menorismo, formado por aqueles que acham que se foi longe demais na compreensão das crianças como sujeitos de direitos”, explicou, ressaltando que uma das tendências mais preocupantes é a diminuição sistemática das garantias. “O grande perigo é o uso da privação de liberdade não como forma de punição por delitos graves, mas como forma de contenção de jovens pobres”. Forrest Novy apresentou a situação do sistema justiça juvenil dos Estados Unidos, onde cada estado da federação tem autonomia para legislar sobre o assunto. Ao mostrar o perfil dos adolescentes privados de liberdade, verifica-se um cenário similar ao brasileiro: a maioria é afrodescendente – ou afro-americano, classificação utilizada lá – ou latina, com baixa escolaridade e oriundos de famílias pobres. “São jovens sistematicamente isolados dos programas de esporte, do acesso à música, às artes e dos programas universitários”, comentou. Outro problema grave nos Estados Unidos citado por Forrest é a presença de adolescentes dentro do sistema penal adulto, situação aceita em mais da metade dos estados norte-americanos. Alguns estados também não contam com tribunais específicos para este público. Segundo o professor, mais de 200 mil jovens com menos de 18 anos já foram condenados em tribunais comuns naquele país. Os estados onde estes problemas são mais recorrentes são a Flórida, Michigan, Pensilvânia e Carolina do Sul. A realidade brasileira também entrou na pauta desta terça-feira. O assessor do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), Francisco Brito, a coordenadora do Programa Nacional de Atendimento Socioeducativo da SEDH, Lúcia Rodrigues, o presidente do Fórum Nacional de Justiça Juvenil (Fonajuv), Humberto Júnior, o presidente do Fonacriad e coordenador de Socioeducação da Secretaria da Criança e da Juventude, Roberto Bassan Peixoto, o promotor Marcio Berclaz e a secretária Thelma Alves de Oliveira falaram sobre os avanços e desafios do modelo socioeducativo brasileiro.
Fonte: http://www.secj.pr.gov.br/
Atores do Sistema de Garantia de Direitos discutem o Direito à Convivência Familiar e Comunitária

Conselheiros tutelares e de direitos, gestores municipais, pesquisadores e profissionais de programas de atendimento à criança e ao adolescente participaram do debate sobre O Novo Direito à Convivência Familiar e Comunitária, nesta terça-feira (29), no Centro de Eventos da Fiep, em Curitiba. O promotor de justiça do Rio Grande do Sul, Neidemar Fachinetto, foi quem proferiu a palestra.O debate abriu a programação do Seminário Estadual de Convivência Familiar e Comunitária, que acontece durante o evento Criança Prioridade Absoluta, que celebra os 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente. Neidemar falou sobre a lei 12.010/2009, também conhecida como “a nova lei da adoção” e esclareceu as dúvidas dos participantes sobre os direitos de crianças e adolescentes que precisam ser afastadas das famílias. “A nova lei prevê um fluxo bem definido para garantir às crianças seu direito de ter uma família, mas precisamos criar instrumentos que façam cumprir a lei. A articulação, capacitação e mobilização dos atores envolvidos nesse processo é essencial para a concretização do que está estabelecido no papel”, afirmou.O promotor também alertou para a importância da avaliação contínua de toda a rede de atendimento e da criação de um plano de ação de médio prazo, que vai garantir a continuidade e o aperfeiçoamento das ações. “Os encontros e capacitações realizados pela Secretaria possibilitam que as entidades se preparem e desenvolvam ferramentas, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos”, elogiou Neidemar.A coordenadora de Ações Protetivas da Secretaria, Aline Pedrosa Fioravante, apresentou uma breve análise do panorama paranaense de crianças e adolescentes abrigados. Um levantamento feito em 2009 pelos técnicos que acompanham o programa Crescer em Família apontou que a quantidade de crianças que permanecem em abrigos por mais de três anos tem diminuído e é possível observar um aumento de casos em que a reintegração às famílias é feito com sucesso.
Medidas para evitar furtos de veículos 2 de 4
Comunidade contra o crime: trabalhando juntos por um Brasil mais seguro.
"A segurança deve ser alimentada pela segurança mútua." (Sêneca)
Medidas para evitar furtos de veículos 2 de 4
· Nunca deixe a chave na ignição quando sair do veículo, mesmo que em saídas momentâneas. O número de veículos furtados por esse tipo de descuido é grande;
· Evite deixar documentos do veículo em seu interior;
· Sempre antes de se afastar verifique o trancamento de portas e janelas, mesmo que o veículo possua sistemas automáticos para fazê-lo. Falhas no funcionamento destes são muito comuns mesmo em veículos mais caros.
· Ainda que você more em condomínio com garagem fechada, sempre deixe o carro totalmente trancado e com sistemas de segurança acionados;
· O cuidado deve ser redobrado se você estiver passeando com seu veículo em pontos turísticos de alta frequência, principalmente se o seu veículo está ainda carregado com a sua bagagem;
· Quando mandar lavar ou consertar seu veículo, nunca deixe as chaves da sua casa no mesmo molho das chaves do carro;
· Tudo o que você utilizar para dificultar a ação de um delinquente, ganha tempo a seu favor e contra a ação dele, o que aumenta a segurança do seu veículo.
Fonte: www.antidelito.net
"A segurança deve ser alimentada pela segurança mútua." (Sêneca)
Medidas para evitar furtos de veículos 2 de 4
· Nunca deixe a chave na ignição quando sair do veículo, mesmo que em saídas momentâneas. O número de veículos furtados por esse tipo de descuido é grande;
· Evite deixar documentos do veículo em seu interior;
· Sempre antes de se afastar verifique o trancamento de portas e janelas, mesmo que o veículo possua sistemas automáticos para fazê-lo. Falhas no funcionamento destes são muito comuns mesmo em veículos mais caros.
· Ainda que você more em condomínio com garagem fechada, sempre deixe o carro totalmente trancado e com sistemas de segurança acionados;
· O cuidado deve ser redobrado se você estiver passeando com seu veículo em pontos turísticos de alta frequência, principalmente se o seu veículo está ainda carregado com a sua bagagem;
· Quando mandar lavar ou consertar seu veículo, nunca deixe as chaves da sua casa no mesmo molho das chaves do carro;
· Tudo o que você utilizar para dificultar a ação de um delinquente, ganha tempo a seu favor e contra a ação dele, o que aumenta a segurança do seu veículo.
Fonte: www.antidelito.net
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