domingo, 21 de fevereiro de 2010

CICCAK - "Centro de Integração e Capacitação de Crianças" Adolescentes e Adultos Allan Kardec

Curso de Auxiliar de Cabelereiro - inicia no dia 01/03/10 periodo noturno

Curso de Confecção de Camisetas - inicia no dia 01/03/10 periodo noturno

Curso de Informática Básica - inicia no dia 10/03/10 periodo noturno



Os interessados comparecer à sede do CICCACK, que se encontra na Rua Finlândia, 66 (Prox ao mercado Cidade Alta), munidos de Documentos Pessoais, das 13h às 17h para maiores informações ligue: 3422 0657

sábado, 20 de fevereiro de 2010

III Fórum Internacional Criança e Consumo e os Palestrantes
















O III Fórum vai debater consumo e sustentabilidade das relações econômicas, sociais e ambientais. O evento será dividido em três mesas de debate – Honrar a infância, Refletir o Consumo e Brincar – e já tem a presença confirmada dos convidados internacionais Benjamin Barber, autor de “Consumido - Como o Mercado Corrompe Crianças, Infantiliza Adultos e Engole Cidadãos" (Record), e Susan Linn, autora do livro "Crianças do consumo, a infância roubada" (Instituto Alana).
Realização: Itaú Cultural

Local: - Av. Paulista, 149 – São Paulo

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas para cada dia do encontro ou para o evento completo pelo site www.forumcec.org.br

De 16 a 18 de março às 18h
São Paulo


Além do consumismo infantil
O Fórum Internacional Criança e Consumo chega à terceira edição. Desde 2006, quando o evento foi realizado pela primeira vez, os impactos negativos da mercantilização da infância têm sido discutidos.

Neste ano, o debate propõe uma reflexão mais ampla de como a violação dos direitos da criança e o hiperconsumismo desencadeiam problemas ambientais, econômicos e sociais. Também será contemplada a diminuição das brincadeiras criativas, essenciais ao desenvolvimento humano.

Assim, o 3º Fórum realizará três mesas de debate – Honrar a Infância, Refletir o Consumo e Brincar – com profissionais e pesquisadores de diversas áreas.

Participe! Você pode navegar pelo site para ver mais detalhes da programação. [inscrições]

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O grande desafio junto aos jovens

Do clipping da Andi

Saber a hora e como falar sobre sexualidade com as crianças e adolescentes é fundamental para o seu desenvolvimento sadio

A diretora executiva da Childhood Brasil, Ana Maria Drummond, lembra, em artigo, que a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2009 mostra que 22% dos adolescentes iniciam a atividade sexual aos 15 anos de idade e que não utilizam preservativos ou o fazem de modo inadequado. Dessa forma, as consequências podem chegar à gravidez precoce, à contração de uma DST ou de aids e, na maioria das vezes, à evasão escolar. Para ela, todo jovem tem direito a uma sexualidade segura. “Nos dias de hoje contamos com diversas publicações que tratam da sexualidade de forma adequada e falar de sexo com nossos filhos não significa que os estamos incentivando a ter relações precocemente, mas, sim, possibilitando que aumentem suas chances de um desenvolvimento sexual saudável e feliz. Esse diálogo deve ser feito em casa e continuado na escola de forma programática”, sustenta.

Fonte: Jornal da Tarde (SP) – 19/02/2010

Grupo Santander Brasil abre edital para Programa Amigo de Valor, que atua na defesa e garantia dos direitos de crianças e jovens

Santander lança edital para Programa Amigo de Valor


Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente podem inscrever os municípios até 10 de março


Os Conselhos dos Direitos da Criança e do Adolescente podem inscrever seus municípios até 10 de março para participar do processo seletivo do Programa Amigo de Valor, do Grupo Santander Brasil. Os municípios selecionados em 2010 contarão, durante todo ano de 2011, com apoio financeiro e de consultoria especializada em educação e desenvolvimento social, para que realizem o diagnóstico municipal que irá apurar as fragilidades do sistema de garantia dos direitos das crianças e adolescentes. Atuando com foco nas deficiências diagnosticadas, o Conselho dos Direitos, o Conselho Tutelar e a sociedade civil terão maiores condições de transformar a realidade das crianças e jovens desses municípios.

O Programa Amigo de Valor também oferecerá aos municípios oficinas de capacitação para potencializar a implementação das iniciativas e gerar avanços sociais para suas respectivas comunidades.

A relação de municípios elegíveis e o edital com as informações e procedimentos para inscrição estão disponíveis no www.santander.com.br

Os recursos financeiros do Programa Amigo de Valor são arrecadados por meio da destinação de parte do imposto de renda devido de funcionários, clientes e fornecedores do Grupo Santander Brasil, que assim contribuem para a melhoria das condições sociais no Brasil valendo-se do incentivo fiscal previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (lei 8069/90). Em 2009, a contribuição ultrapassou os R$ 6,8 milhões. De 2002 a 2009, foram destinados R$ 34 milhões para 88 municípios apoiados no Brasil.

Bolsa Família pode premiar desempenho escolar

Do clipping da Andi

Para autor da proposta, o projeto pode contribuir para a melhoria da qualidade de ensino

Proposta que amplia o pagamento de benefícios do Bolsa Família para premiar o bom desempenho dos estudantes participantes do programa está na pauta da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) da próxima terça (23). Pelo projeto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), o novo benefício será variável, vinculado ao desempenho escolar de crianças de seis a doze anos e de adolescentes de 13 a 17 anos, e pago em razão de resultados educacionais positivos obtidos em avaliação oficial. Para Jereissati, o projeto pode contribuir para a melhoria da qualidade de ensino. A matéria aprovada na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) será apreciada em caráter terminativo na CE.

Fonte: Correio Braziliense (DF) – 19/02/2010

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010



Pelo celular...lá na escola!




Mobilidade e convergências nos projetos pedagógicos




Claudemir Edson Viana*
Sônia Bertocchi**




Os "mais vividos", com certeza, devem se lembrar do samba "Pelo Telefone", autoria de Donga, de 1916. E do verso que diz que "o chefe da polícia, pelo telefone, mandou avisar...". Unanimemente, entendemos que avisou via fala, serviço de comunicação verbal próprio desta tecnologia. Parece muito óbvio para nós – mas lembremos o espanto geral que a invenção do telefone causou poucos anos antes: D. Pedro II, ao ver o invento pela primeira vez, durante a feira de Filadélfia nos Estados Unidos em 1876, disse : "Meu Deus, isto fala!", e logo comprou 100 aparelhos telefônicos para trazer ao Brasil.

Mas, 133 anos depois, falar por meio do celular é apenas uma das ações que esta tecnologia nos permite fazer. Aliás, é a mais simples e corriqueira atividade: falar pelo celular é o que faz aproximadamente 86% da população brasileira possuidora de celular. Com um custo cada vez menor e tecnologias mais avançadas, encontramos celulares que permitem muito mais que simplesmente falar. Em agosto de 2009, segundo a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), atingiu-se o impressionante número de 164,5 milhões de celulares no país, o que representa um índice de densidade de 85,91 celulares para cada 100 habitantes.


Nova sociabilidade: a portabilidade



O histórico da evolução material da telefonia, aponta uma nova sociabilidade que emergiu sob o suporte do aspecto portátil do celular. A partir da história do telefone, podemos vislumbrar, sob a perspectiva da materialidade da comunicação, as afetações que um artefato técnico pode trazer à tona em uma determinada cultura, como a da presença significativa do celular na contemporaneidade.

Hoje, pelo celular se pode também escrever, fotografar, filmar, editar, jogar, navegar na Internet, enviar e-mail, torpedos, ouvir música ou rádio. São tantas as possibilidades impensáveis há alguns anos, que podemos imaginar o que diria D. Pedro II se pudesse conferir esta evolução. Este avanço tecnológico da telefonia é mais um exemplo claro do que pensadores da Escola de Toronto (Harold Innis, Eric Havelock, Marshall McLuhan) destacavam sobre o fato das tecnologias comunicacionais possuírem o poder de transformar as culturas e as subjetividades, e de estas, por sua vez, provocarem novos ciclos de mudanças tecnológicas, numa dialética sem fim.

Conforme a 4ª Pesquisa sobre o uso das Tecnologias da Informação no Brasil (TIC Domicílios 2008), realizada pela Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), cada vez mais no Brasil utiliza-se o celular para enviar ou receber imagens, acessar músicas ou vídeos. Esta pesquisa anual pela primeira vez incluiu a análise da área rural e mostrou que, mesmo com a maioria da população utilizando os planos pré-pagos (91%), de 2005 a 2008 subiu de 4% para 24% a utilização do celular com o envio ou recebimento de imagens, e de 9% para 23% com o uso de músicas e vídeos, tendo ocorrido um crescimento mais significativo nos dois últimos anos em razão das conexões 3G e da presença no mercado de celulares mais potentes. Isto demonstra como o uso mais multimídia do celular vem ocorrendo entre os brasileiros graças à sua evolução técnica.

Em outra pesquisa também se constata a forte presença dos celulares entre estudantes brasileiros: dados da publicação A Geração Interativa na Ibero–América: crianças e adolescentes diante das telas - um estudo feito em parceria entre a Universidade de Navarra, na Espanha, a Fundação Telefônica e o EducaRede - apontam para o sucesso do aparelho celular entre os jovens de 6 a 18 anos de idade. Em São Paulo, nada menos que 82% dos estudantes que participaram da pesquisa afirmaram possuir um telefone móvel.

Em alguns contextos sociais, usam-se os aparelhos móveis para outras finalidades que, de normalmente secundárias passam a principais, como câmera, tocador digital ou videogame portátil. Exemplos internacionais deste tipo de uso alternativo são o que demonstram os dados de uma pesquisa feita pela Lightspeed.

No Brasil, um exemplo dessa situação é o que ocorre na cidade potiguar de Barcelona. E são os jovens e as crianças que dão show quando o negócio é usar todos os recursos do celular ou quando mostram não terem medo de explorar o celular para aprender como utilizá-lo. E aí está a diferença. Muitos dos adultos, e em especial os educadores, não conhecem ou não usam estes recursos todos e muito menos visualizam como eles e a cultura deles decorrente podem ser associados às práticas escolares.


Atenção: desligar e guardar os celulares. Celular na escola? Pode?




Tem causado grande polêmica a criação de leis municipais e estaduais que propõem proibições para o uso do celular nas escolas. Nas redes de ensino onde isto já é praticado, justifica-se que só mesmo com a proibição legal garante-se a autoridade do professor que, desta forma, amparado pela lei, pode se fazer respeitar durante suas aulas, proibindo o uso do celular. "Celular na escola, não!", ou como dizem os não tão radicais, "celular durante a aula, não!".

Mas por que mesmo não pode? O vilão da vez

Para responder a esta pergunta, sataniza-se o equipamento, o celular, e destaca-se o quanto os alunos, crianças e jovens, envolvem-se por tudo o que esta tecnologia de informação e comunicação possibilita, deixando assim de se interessarem pelas aulas dos seus professores. Então, neste caso, a opção melhor é mesmo proibir, censurar, pois se trata de uma concorrência desleal, argumenta a maioria. E por isso, os professores aplaudem tal legislação.

No entanto, com este tipo de censura, perde a educação e perde a sociedade. Sérgio Amadeu, pesquisador de Comunicação Mediada por Computador e da Teoria da Propriedade dos Bens Imateriais, diz que "não tem sentido você proibir que os estudantes tenham acesso a um meio de comunicação que cada vez mais vai adquirir importância na sociedade. Ao contrário, se a gente tem problemas do uso indevido nas escolas, esse é um bom lugar para ensinar como as pessoas devem se portar com o celular". Amadeu ainda ressalta: "Se existem algumas coisas ruins, como por exemplo, a pessoa usar o celular para fazer um joguinho em sala de aula ou para fazer ligações, isso requer uma postura da escola em relação aos alunos. Se é impossível ensinar um comportamento de uso de celular a um estudante, o que será possível?". A professora Andrea Guimarães Phebo complementa: "A lei só vê um lado da questão: o lado da falta de educação e desrespeito da utilização. Se os próprios educadores não tiverem um olhar diferenciado sobre como podem transformar a ferramenta celular de "vilão" em "mocinho", a lei continuará impedindo que este instrumento tecnológico de múltiplas funções possa se transformar em ferramenta didática". (In. Educarede: As 1001 utilidades de um celular)

Essas legislações passam a seguinte mensagem: quando não se sabe o que fazer ou como lidar com algo é melhor proibi-lo pura e simplesmente! E erram feio mais uma vez: na escola já se proibiu o uso de jogos, de filmes, de gibis, dos periódicos, da televisão e mesmo do computador no processo de ensino-aprendizagem. Agora, o vilão da vez é o celular!

Definitivamente, proibir por proibir não é o melhor caminho, até porque os jovens são criativos o suficiente para burlar as proibições. Um exemplo dessa criatividade é o que estudantes ingleses inventaram: "Eles criaram um toque de celular, semelhante a um apito, que a maioria dos adultos não consegue ouvir. Com isso, podem receber avisos de mensagens armazenadas no celular, ou até mesmo chamadas, sem que a professora se dê conta da infração cometida bem à sua frente. O segredo está na freqüência sonora em que o toque é executado: 17 quilohertz, o que resulta num som extremamente agudo. A ciência ensina que a perda gradativa da audição decorrente da idade, ou presbiacusia, começa com a menor percepção dos tons mais altos do espectro sonoro. O toque criado pelos garotos ingleses encontra-se justamente numa faixa do espectro que não é percebida pela maioria das pessoas com mais de 29 anos". (In: A última travessura: Adolescentes usam toque de celular numa frequência que muitos adultos não escutam. Leoleli Camargo- Veja - Edição 1961 . 21 de junho de 2006.


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* Bacharel e licenciado em História (USP-1992), especialista em Educomunicação(USP-2003), Mestre e Doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP (2000-2005) e gestor da comunidade virtual Minha Terra desde 2007 do Portal EducaRede.




** Bacharel e Licenciada em Letras (FFCLSanto André — 1973), Máster em Gestão e Produção de e-Learning pela Universidade Carlos III de Madri, gestora de Comunidades Virtuais de Aprendizagem do Portal EducaRede Brasil.
Fonte: educarede.org.br

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Rede Social Minha Terra



Destaques da semana Rede Social Minha TerraConheça as produções dos participantes do projeto em 2009 e deixe seus comentários. Em breve, teremos a edição Minha Terra 2010. Aguarde novas informações!


Plantão da cidadania na web
O CGI (Comitê Gestor da Internet) promoveu encontro com especialistas para tirar dúvidas de internautas sobre o uso seguro da web. Assista ao vídeo: parte 1 e parte 2.

Privacidade na web é tema de encontro
Debate sobre questões ligadas à liberdade na rede e investigação de crimes digitais reuniu Ministério Público, Polícia Federal e sociedade civil. Confira o vídeo: parte 1 e parte 2.